
(estrofe 1) No terceiro ano de Oseias, Ezequias começou, Filho de Acaz em Judá, mas outro rumo tomou. Fez o que era reto aos olhos do Senhor, Como Davi, seu ancestral de fé e de amor. Quebrou as colunas, destruiu a serpente de metal, Pois até o símbolo santo pode tornar-se ritual. No Senhor pôs sua esperança com sincera devoção, E prosperava em seus caminhos pela força da convicção. (estrofe 2) Rebelou-se contra a Assíria, recusando servidão, Feriu os filisteus e ampliou sua região. No quarto ano de seu reino, Samaria sucumbiu, E o povo do norte ao exílio partiu. Hala, Habor e as cidades dos medos receberam Israel, Como pássaros dispersos além do próprio céu. Segundo o relato, isso veio por não obedecer, Nem ouvir a voz divina nem ao amor permanecer. (estrofe 3) No décimo quarto ano, Senaqueribe avançou, Tomou cidades fortificadas e Judá pressionou. Ezequias enviou prata e ouro para aplacar, Até as portas do templo mandou desmontar. Mas o rei da Assíria mandou seus oficiais falar, Ao pé do aqueduto vieram Jerusalém afrontar. Com palavras de arrogância tentaram intimidar, E no idioma do povo buscaram desanimar. (refrão) Confiar em Deus é belo, e Jesus nisso concordou, Pois quem vive sem arrogância no amor se firmou. Mas Ele não chamou nações ao medo ou opressão, Antes fortaleceu os fracos com ternura e compaixão. Ídolos são substitutos do amor e da verdade, Quebrá-los é libertar a alma da vaidade. Só é Palavra de Deus o que gera reconciliação, E o que produz terror reflete humana interpretação. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus, Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz. Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém, Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também. Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu. (estrofe 4) “Não vos engane Ezequias”, disse o mensageiro audaz, “Nem o Senhor poderá livrar-vos em tempos tais.” Comparou o Deus de Judá aos de madeira e metal, Como se o Amor Eterno fosse um poder tribal. O povo, em silêncio, guardou no peito a aflição, Pois o rei ordenara prudência e contenção. Eliakim e Sebna rasgaram suas vestes ao voltar, Levando ao rei as palavras que ouviram ecoar. (estrofe 5) Assim termina o capítulo com ameaça e tensão, Entre a confiança e o medo no mesmo coração. De um lado a arrogância do império dominador, Do outro a esperança humilde no Deus libertador. Quando os poderosos zombam e tentam humilhar, A fé aprende em silêncio a resistir e esperar. Ezequias permanece como exemplo de oração, De quem troca a força bruta pela confiança e reflexão. (refrão) Confiar em Deus é belo, e Jesus nisso concordou, Pois quem vive sem arrogância no amor se firmou. Mas Ele não chamou nações ao medo ou opressão, Antes fortaleceu os fracos com ternura e compaixão. Ídolos são substitutos do amor e da verdade, Quebrá-los é libertar a alma da vaidade. Só é Palavra de Deus o que gera reconciliação, E o que produz terror reflete humana interpretação. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus, Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz. Todo mundo é amado de Deus, Ele não maltrata ninguém, Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também. Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.

