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O INFINITO QUE MORA NO SEU OLHAR 1

(estrofe 1) Teus olhos guardam estrelas em chama, universo inteiro na curva da íris, um céu profundo que sempre me chama, abrindo horizontes que nunca predizes. (estrofe 2) No brilho suave encontro poesia, um mar que reflete segredos do vento, na tua pupila mora a melodia, do amor que me guia a todo momento. (estrofe 3) Quando me perco na luz que cintila, sinto o infinito pulsar tão perto, tua presença a minh’alma destila, faz do impossível um sonho concreto. (refrão) Teu olhar é porta para o eterno, abrigo doce, calor fraterno, nele encontro o amor sem fim, o universo mora dentro de mim. (estrofe 4) Cada piscar é cometa que passa, rastro de vida no espaço sem fim, teus olhos, janelas de pura graça, me mostram o mundo que nasce em mim. (estrofe 5) Neles descubro o silêncio do céu, onde o tempo não ousa reinar, o infinito se dobra em papel, na escrita secreta que sei decifrar. (refrão) Teu olhar é porta para o eterno, abrigo doce, calor fraterno, nele encontro o amor sem fim, o universo mora dentro de mim. (estrofe 6) Na tua íris dançam constelações, galáxias giram num lento rodar, meu peito explode em mil emoções, pois no teu olhar encontro meu lar. (estrofe 7) E se um dia o mundo se apagar, bastará teu olhar para me refazer, nele encontro o princípio do amar, e o infinito em mim volta a nascer. (refrão) Teu olhar é porta para o eterno, abrigo doce, calor fraterno, nele encontro o amor sem fim, o universo mora dentro de mim.