
[Verse 1] Nasce no vale de pedra com o escudo ao peito olhos de rio profundo mãos de antigo direito Caminha sem pedir passo leva o vento na fronte onde a noite põe feridas ela acende a ponte É filha da terra dura e do sal da manhã quando a injustiça se ergue ela diz: já não dá [Pre-Chorus] Sobe a névoa, sobe a chama ouve o nome no chão há um pulso de segredo a bater no coração [Chorus] Bandonga, guarda-me Bandonga, chama-me deusa de bronze e lei Bandonga, leva-me Bandonga, ergue-te Bandonga, cerca-me quem cai sob a tua mão volta a ficar de pé [Verse 2] Se o medo fecha as portas ela abre caminho se a ganância toma a mesa fica só o seu brilho Tem a lança da verdade tem a calma feroz e nos ombros traz a chuva que responde por nós Não promete céu sem pedra nem jardim sem dor mas dá força ao que é justo e ao fraco dá valor [Pre-Chorus] Sobe a névoa, sobe a chama ouve o nome no chão há um pulso de segredo a bater no coração [Chorus] Bandonga, guarda-me Bandonga, chama-me deusa de bronze e lei Bandonga, leva-me Bandonga, ergue-te Bandonga, cerca-me quem cai sob a tua mão volta a ficar de pé [Bridge] Quando o mundo fica torto e a culpa quer mandar ela entra como tempestade manda o erro recuar Nem coroa nem silêncio só a força de ficar de pé diante do medo de pé para julgar [Final Chorus] Bandonga, guarda-me Bandonga, chama-me deusa de bronze e lei Bandonga, leva-me Bandonga, ergue-te Bandonga, cerca-me na noite mais sem saída és a mão que me faz ver Bandonga, guarda-me Bandonga, chama-me deusa da guerra e paz Bandonga, fica em mim

