
(Verso 1) Faróis cortam a neblina, A cidade ficou para trás, No retrovisor ficam sonhos, Que o tempo já não traz. (Pré-Refrão) E cada saída que não tomei, Fez de mim quem sou agora, Há caminhos que nos perdem, Para nos encontrarem lá fora. (Refrão) Eu sou a última luz da autoestrada, A chama acesa na madrugada, Entre o silêncio e o motor, Levo saudades, trago valor. Não há mapa para o destino, Nem atalhos para o coração, Há apenas a estrada aberta, E a força da decisão. (Verso 2) Há nomes gravados na memória, Como marcos junto ao asfalto, Uns ficaram na história, Outros seguem cá no alto. (Final) Quando o sol nascer de novo, E pintar o céu de azul, Vou continuar em frente, Porque a estrada ainda chama por mim.

