
[Intro] [Scratching] [Verso 1] ร nรณis ... !!! Nasceu com olho de ver alรฉm, Onde o mundo nรฃo via ninguรฉm. Fez da margem o seu altar, Transmite silรชncio ao pensar. Aprendendo sempre na rua, Carrega uma chama que flutua. Sempre nos cรณrre, nรฃo perde o tom, O comum lhe dรณi, acaba no som. [Refrรฃo] ๐ฅ Gil, a que vรช demais! Queima na lucidez, acende os sinais. ๐ฅ Gil, centelha e trovรฃo! Entรฃo pega a visรฃo, รฉ Deus na criaรงรฃo. [Verso 2] Quando o dia รฉ raso, ela mergulha. Se o mundo รฉ cinza, ela barulha. Grita em forma de imagem e verso, Cria orรกculos noutro universo. Leva nas mรฃos o quente e o frio, No coraรงรฃo, clarรฃo e um vazio. Mas onde passa, deixa uma chama, E quando ela cala, alguรฉm clama. [Refrรฃo] ๐ฅ Gil, a que vรช demais! Queima na lucidez, acende os sinais. ๐ฅ Gil, centelha e trovรฃo! Entรฃo pega a visรฃo, รฉ Deus na criaรงรฃo. [Final โ fade-out com refrรฃo suave] Gilโฆ (Gil, Gil) Vento de fogo, voz de trovรฃoโฆ Rimas afiadas viram canรงรฃo... Gilโฆ (Gil, Gil) Benรงรฃo ou maldiรงรฃo ... ? (Entรฃo...) [Scratching] Gil, a que vรช demais! [Outro] [Instrumental long outro] [End]

