Desvanecendo no Amor ​(Verso 1) Em cada toque, um pedaço se esvai, Na entrega plena, um pouco mais se vai. Um coração que bate num compasso, Deixa em si um suave e etéreo espaço. ​(Pré-Refrão) Não há dor maior que a de dar tudo o que é, E ver-se em frações, como a estrela que lá está. A alma se oferta, sem preço a cobrar, A vida que era, um doce, leve bailar. ​(Refrão) Lentamente se desvanece aquele que vive para amar, Transformando a essência, a um novo lugar. Não é um fim, mas um sutil renascer, No vazio gentil, algo a florescer. ​(Verso 2) Um terno sussurro, um adeus tão sutil, A chama que aquece, consome e é gentil. No brilho dos olhos que tanto adorou, A sua existência, ali se explorou. ​(Pré-Refrão) Não há dor maior que a de dar tudo o que é, E ver-se em frações, como a estrela que lá está. A alma se oferta, sem preço a cobrar, A vida que era, um doce, leve bailar. ​(Refrão) Lentamente se desvanece aquele que vive para amar, Transformando a essência, a um novo lugar. Não é um fim, mas um sutil renascer, No vazio gentil, algo a florescer. ​(Ponte) Pois em afeto sem limites, em divino projeto, Há uma perda e um ganho, um lindo dialeto. Um constante desabrochar de graça e candura, Uma entrega bela, que a alma apura. ​(Final) Sim, uma entrega bela, na mais suave luz. Vivendo para o amor, que nos guia e conduz