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O DINHEIRO NÃO É PROVA DE BÊNÇÃO

(estrofe 1) Dinheiro não compra paz nem coração, O vazio persiste em toda ostentação. Quem busca ouro como prova de amor, Ignora o tesouro que Deus dá sem favor. (estrofe 2) Eclesiastes diz: quem ama prata, não tem fim, A ganância engole a alma, rouba o jardim. O prazer da riqueza é enganosa ilusão, Pois a fé verdadeira é da alma, não da mão. (estrofe 3) Timóteo alerta: cobiça leva à perdição, A esperança em bens é do coração prisão. Quem se entrega à vaidade do ouro e do bem, Afasta-se do Reino que Deus tem também. (refrão) Riqueza não mede amor, nem valor, A bênção é da alma e do Criador. Quem confia em Jesus, encontra o real, Não se deixa enganar pelo sinal material. (estrofe 4) A prosperidade pregada como prova de fé, Foi distorção de quem não entende o que é. O tesouro do Céu é invisível aos olhos, Não se compra em bancos, nem se mede em colchões. (estrofe 5) Corações puros não se prendem ao dinheiro, Mas ao amor que nos guia verdadeiro. A cobiça fere, a fé liberta e acalma, Somente Jesus sustenta e cura a alma. (refrão) Riqueza não mede amor, nem valor, A bênção é da alma e do Criador. Quem confia em Jesus, encontra o real, Não se deixa enganar pelo sinal material. (estrofe 6) Quem busca aprovação em notas ou contas, Perde a essência que em Deus se desmonta. A riqueza é instrumento, não sinal divino, O Céu não mede ouro, mas coração genuíno. (estrofe 7) Portanto, viva simples, com fé e gratidão, Busque no amor e na verdade a direção. O que é real, eterno e que nos conduz, É a vida em Cristo, e não o ouro que seduz. (refrão) Riqueza não mede amor, nem valor, A bênção é da alma e do Criador. Quem confia em Jesus, encontra o real, Não se deixa enganar pelo sinal material.