
Hey! Hey! Tubarão do Norte do Paraná!! Hey! Hey! Tubarão do Norte do Paraná!! [VERSO 1] Domingo o torcedor acorda cedo Carvão aceso, carne no fogo Caneco cheio, sem medo É dia de guerra, é dia de jogo Pega o busão pra ver o Tubarão Ou encara a estrada, não foge da missão Dentro ou fora da cidade, eu estarei lá Essa camisa é promessa que não vai rasgá [REFRÃO] Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — do coração! Sou Alviceléste até morrer! Meu Londrina há de vencer! [VERSO 2] Fardamento azul e branco, razão que toca no peito Por ti Londrina eu tremulo a bandeira sem defeito Quando o LEC entra em campo é pra ser campeão Amor desmedido, amor imortal, não cabe explicação Apenas o maior dos sentimentos!! Causa inveja no interior, na capital também Aqui não tem metade, aqui é cem por cem Não tem trem fantasma, gralha, coxa ou furacão O norte do Paraná é Tubarão, [REFRÃO] Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — do coração! Sou Alviceléste até morrer! O Londrina há de vencer! [VERSO 3] Das margens do Paranapanema até as bordas de Maringá Do Norte Velho ao Tibaji, ninguém vai nos parar Da divisa com São Paulo ao alto do Pico Agudo Nessa terra vermelha a camisa alviceléste é o nosso orgulho É café, é suor, é história na mão Esse chão treme quando ruge o Tubarão Toda a cidade respira futebol É raça, é fé, é gol sob o sol [REFRÃO] Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — do coração! sou Alviceléste até morrer! O Londrina há de vencer! [VERSO 4] Aqui reinaram artilheiros, guerreiros de verdade Paulinho, o Canhão, rasgando a rede do Káfé Éverton, Adalberto, brilho nu Olhar Como o sol que brilha pra quem tem fé Sob o céu aberto a nos iluminar Cláudio José, pênalti no Pinheirão Silenciou a capital, explosão da nação Carlos Henrique, mágico, desconcertante Driblou pra cá, pra lá, aplicou um elástico e virou artilheiro do Fantástico [REFRÃO] Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — do coração! Sou Alviceléste até morrer! O Londrina há de vencer! [VERSO 5] Aláor, seus gols viraram epopéia Depois virou ídolo até na Coréia Em noventa e cinco tentaram lhe roubar Mas o tapetão teve de assumir o seu valor e artilheiro teve que te declarar Todos os gols estavam lá, ninguém contestou A artilharia do Café o Brasil aceitou O tíme da rama do café, é tradição e suor Quem vestiu a sua nove fez sua história com amor [PRÉ REFRÃO] Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — é o Tubarão! Quem vestiu a sua nove fez sua história com amor [REFRÃO] Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — do coração! Sou Alviceléste até morrer! Meu Londrina há de vencer! [verso 5] Em noventa e dois antes da decisão teve missa e oração teve silêncio e união Quando o título chegou, a cidade ouviu Os sinos da Catedral, Londrina explodiu [ÚLTIMO REFRÃO] (dobrado / gritado) Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — do coração! Sou Alviceléste até morrer! O Londrina há de vencer! Ô, ô, ô — é o Tubarão! Ô, ô, ô — ninguém segura não! [OUTRO] (Instrumental pesado) Ninguém deve duvidar Coxa, Furacão, Trem Fantasma ou Dogão Na praia do Tubarão vão se afogar! Se afogaarr!!! háá...há

