
Estrofe 1 A beleza que tens não é só aparência, É o brilho que acalma a alma em carência. Em teus gestos suaves há revelação: Do amor que se vê na tua expressão. Estrofe 2 Maio te aclama com flores e luz, Como se a Terra te desse uma cruz De rainha e guia, de flor e farol, Tua beleza reluz mais que o sol. Estrofe 3 De menina a anciã, tua luz é saber, A ensinar o mundo a viver e a crer Que o amor se revela em forma e calor Quando a mulher se oferece em valor. Refrão Bendito és Tu, ó Criador do bem, Que deste à mulher teu toque também. Na beleza que age, pensa e consola, Vemos Tua arte que nunca desola. Estrofe 4 És rio sereno, mas forte corrente, Que molda paisagens no coração da gente. Tua graça, que forma e transforma o olhar, É escola do afeto a nos despertar. Estrofe 5 Natureza, criança, idosa e irmã, Todas refletem a força do amanhã. Pois em cada mulher há uma lição De amar com o corpo, a alma e a mão. Estrofe 6 Com teu caminhar ensinas a estrada, Teu perfume embriaga a jornada. És a linguagem que o mundo decifra Quando a beleza nos guia e edifica. Refrão Bendito és Tu, ó Criador do bem, Que deste à mulher teu toque também. Na beleza que age, pensa e consola, Vemos Tua arte que nunca desola. Estrofe 7 Até o silêncio em ti é melodia, Como a esperança que o tempo alumia. És altar de ternura e luz que recria A fé que sustenta a alma vazia. Estrofe 8 Tua beleza é verbo, é pão, é chão, É casa no vento, é brisa e canção. É o que ensina sem palavra ou esforço, Só por existir já revela o seu curso. Ponte A todas vocês que passaram em mim, Mãe, mestra, amiga, amor sem fim, Minha alma vos guarda com gratidão, Pois em cada uma fiz formação. Refrão Bendito és Tu, ó Criador do bem, Que deste à mulher teu toque também. Na beleza que age, pensa e consola, Vemos Tua arte que nunca desola. Refrão Final Obrigado, mulher, por ser divina, Por deixar Deus usar tua sina. Tua essência, no mundo difícil, é flor Que sem pedir nada, nos ensina amor.

