
(estrofe 1) No deserto, uma ordem cortante, A carne marcada como pacto distante. Abraão obedece com temor, Mas a fé verdadeira exige mais amor. ... (estrofe 2) Moisés relata o mandamento antigo, Sinal de sangue, pacto antigo. Mas Jesus mostrou luz e clareza, O amor é a única marca de certeza. ... (estrofe 3) O corpo sofre, a alma questiona, Marcas externas não são a honra. O amor se revela em atos e coração, Não em ritual que causa aflição. ... (refrão) Não é no corte que a aliança está, Mas no amor que ensina a caminhar. O Deus de Jesus não exige dor, Apenas entrega, compaixão e favor. ... (estrofe 4) Abraão e filhos seguem a lei, Mutilação externa, temor sem fé. Mas Cristo ensina a aliança verdadeira, No cuidado do outro, a marca inteira. ... (estrofe 5) O pacto antigo mostrava obediência, Mas sem amor, era violência. Jesus une sem ferir ninguém, Sinal eterno é amar o irmão também. ... (estrofe 6) O mundo viu sangue e dor, Mas Deus não se revela em terror. O sinal de amor é permanente, No coração, livre e transparente. ... (refrão) Não é no corte que a aliança está, Mas no amor que ensina a caminhar. O Deus de Jesus não exige dor, Apenas entrega, compaixão e favor. ... (estrofe 7) Perdão, Senhor, por crer que a carne Era meio de Tua graça e de Teu alcance. Aprendi que a fé se revela em vida, Em gestos e amor, alma ungida. ... (estrofe 8) Hoje vejo a luz do pacto divino, Sem corte, sem sangue, mas destino. A aliança é com coração e mente, Amor que une e transforma a gente. ... (ponte) Errei ao supor que sinais externos Trariam Tua presença, Deus eterno. Agora entendo que o verdadeiro sinal É amar sem medida, é viver o ideal. ... (refrão) Não é no corte que a aliança está, Mas no amor que ensina a caminhar. O Deus de Jesus não exige dor, Apenas entrega, compaixão e favor. ... (refrão final) Agora descanso em Teu amor profundo, Deus que ilumina o coração do mundo. Não mais marcas, nem ritual a temer, Mas a vida em Cristo, a aprender a viver.

