
No ouro do berço, escreveram meu fim No teu nome, um reino, um laço sem fim Princesa e príncipe, peças num jogo Prometidos sem voz, sem escolha, sem fogo (Pré-refrão) Mas e se as muralhas não forem prisão? E se esse destino esconder redenção? (Refrão) Eu não escolhi te amar, mas te amo Entre coroas, achei tua mão E se o trono nos fez cativos Que sejamos reis do coração (Verso 2) Dançamos na festa, espadas no olhar Sabendo que a guerra era só aceitar Mas no teu sorriso, a chama acendeu E o mundo parou quando teu lábio encostou no meu (Pré-refrão) Mas e se as muralhas não forem prisão? E se esse destino esconder redenção? (Refrão) Eu não escolhi te amar, mas te amo Entre coroas, achei tua mão E se o trono nos fez cativos Que sejamos reis do coração (Ponte – mais intensa, quase um juramento) Se estamos presos, que seja um ao outro Se somos fardos, que sejamos soltos Pois entre promessas, pactos e reis Eu só quero ser teu, ser tua vez (Último Refrão – majestoso, triunfante) Eu não escolhi te amar, mas te amo Entre coroas, achei tua mão E se o trono nos fez cativos Que sejamos reis do coração (Final – sussurrado, intimista) Que sejamos reis… da nossa paixão.

