O riso é frouxo,
quando a alma é leve,
leve de pesos,
de ideias breves. Livre dos moldes,
das formas prontas,
sente o presente
e se desaponta. O amor se esconde
nos pequenos gestos,
no olhar sereno,
no toque honesto. No abraço manso,
no dia a dia,
plantamos amor,
colhemos harmonia. O riso é frouxo
quando não cobramos,
quando simplesmente
nos entregamos. Aceitamos a vida
como ela vier:
fluida, contínua,
no tempo que é.