
O riso é frouxo, quando a alma é leve, leve de pesos, de ideias breves. Livre dos moldes, das formas prontas, sente o presente e se desaponta. O amor se esconde nos pequenos gestos, no olhar sereno, no toque honesto. No abraço manso, no dia a dia, plantamos amor, colhemos harmonia. O riso é frouxo quando não cobramos, quando simplesmente nos entregamos. Aceitamos a vida como ela vier: fluida, contínua, no tempo que é.

