
(ESTROFE 1) Cantando Bíblia, aprendi no pó do chão, Que a voz de Deus sussurra, não se exibe, O orgulho ergue torres de ilusão, Mas a graça desce onde o coração se incline. (ESTROFE 2) Há quem suba ao templo com peito inflado, Colecionando méritos como medalhas, Mas o céu escuta o passo quebrado, De quem sabe que a própria força falha. (ESTROFE 3) Cantando Bíblia, o cântico é inverso, Quem se eleva, tropeça na própria altura, O amor prefere o caminho diverso, Da humildade que cura a alma dura. (REFRÃO) DEUS NÃO SE AGRADA DO TRONO DO EU, NEM DA ORAÇÃO QUE SE AUTO-EXALTOU, A VOZ QUE O TOCA É A QUE SE RENDEU, E NO SILÊNCIO DO ARREPENDIMENTO CANTOU. (ESTROFE 4) Há líderes que vestem a fé como escudo, Separando os “puros” dos que erram mais, Mas o Cristo caminha no meio de tudo, Chamando irmãos onde julgaram rivais. (ESTROFE 5) Cantando Bíblia, descubro o compasso Do publicano batendo no peito em dor, Deus não mede altura, nem espaço, Mas o peso sincero do clamor. (REFRÃO) DEUS NÃO SE AGRADA DO TRONO DO EU, NEM DA ORAÇÃO QUE SE AUTO-EXALTOU, A VOZ QUE O TOCA É A QUE SE RENDEU, E NO SILÊNCIO DO ARREPENDIMENTO CANTOU. (ESTROFE 6) O orgulho espiritual afina a falsidade, Faz da fé um palco de competição, Mas o Reino floresce na simplicidade, Onde ninguém disputa a salvação. (ESTROFE 7) Cantando Bíblia, aprendo afinal, Que descer é o segredo de subir, Quem se humilha encontra o tom real, E deixa Deus, não o ego, conduzir. (REFRÃO) DEUS NÃO SE AGRADA DO TRONO DO EU, NEM DA ORAÇÃO QUE SE AUTO-EXALTOU, A VOZ QUE O TOCA É A QUE SE RENDEU, E NO SILÊNCIO DO ARREPENDIMENTO CANTOU.

