Estrofe 1 Seja a luz que aquece e não consome, Que brilha em paz, e ao ódio não se some. Não use o outro por interesse vão, Pois nisso se perde o próprio coração. Estrofe 2 A luz não é tocha que cega o irmão, Mas lâmpada mansa de direção. Explorar alguém por lucro ou prazer, É negar o Cristo e o seu viver. Estrofe 3 Quem busca vantagem no sofrimento alheio, Constrói castelo sobre falso esteio. Mas a luz do justo é chama sincera, Que não faz do outro uma moeda qualquer. Refrão Brilhe sem usar, sirva sem pesar, O amor não calcula nem tenta lucrar. Quem vive na luz, não faz exploração, É casa de paz, não torre de opressão. Estrofe 4 De que vale um ganho que fere a alma? A luz verdadeira reflete em calma. Seja o farol que aponta o caminho, E não um espelho que atrai só carinho. Estrofe 5 Luz que se dá é a que mais clareia, Mas se manipula, vira teia. Não queira do outro arrancar proveito, Ser luz é doar, não impor um direito. Refrão (repetido) Brilhe sem usar, sirva sem pesar, O amor não calcula nem tenta lucrar. Quem vive na luz, não faz exploração, É casa de paz, não torre de opressão.