
(Estrofe 1) No mundo que pesa balança, A justiça é sonho distante. Mas quem no amor põe esperança, Vê luz num gesto constante. (Estrofe 2) Jesus não impõe condenações, Não julga como o mundo impõe. Ele ergue os que são rejeições, E os acolhe onde ninguém os põe. (Estrofe 3) Seu jugo não força nem fere, Não oprime com leis sem fim. Ele ensina a amar quem pere E a partilhar o próprio pão e o sim. (Refrão 1) Que minha vida seja alívio Pra quem sofre a exclusão. Que o meu andar seja um concílio Com o Cristo e sua missão. (Estrofe 4) Buscar justiça é viver leve, Sem o peso de omissão. É andar no que é mais breve: A bondade com intenção. (Estrofe 5) Não é castigo nem vingança Que define o Reino de amor. Mas a graça que dá esperança A quem já sentiu tanta dor. (Estrofe 6) Jesus não pede performance, Mas coragem de ser justo. No lugar da indiferença, Ser abrigo, paz e susto. (Refrão 2) Que minha vida seja alívio Pra quem sofre a exclusão. Que o meu andar seja um concílio Com o Cristo e sua missão. (Estrofe 7) O jugo que Ele oferece É lutar por quem não tem vez. É viver com quem padece E ser resposta à sua vez. (Estrofe 8) Quem vive a justiça em Cristo Já não teme julgamento. Pois age com amor explícito E dorme em paz, por dentro. (Ponte) Senhor, dá-me a ocasião De viver a Tua justiça, De pregar com o coração Tua paz que nunca omissa. (Refrão 3) Que minha vida seja alívio Pra quem sofre a exclusão. Que o meu andar seja um concílio Com o Cristo e sua missão. (Refrão Final) Louvado seja o Deus presente, Que julga com compaixão. Não com fúria incandescente, Mas com mãos de redenção. Glória por ser diferente do Jeová O que Moisés e os profetas entenderam Que obrigava todo mundo a lhe adorár E, por isto, muitos pereceram

