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ÊXODO 9 - MAIS PRAGAS SOBRE O EGITO 2

(estrofe 1) O Senhor disse a Moisés: “Vai a Faraó novamente, Diz: Deixa Meu povo de uma vez, Para que Me sirvam livremente. Se recusares outra vez, A mão de Deus será severa: Sobre gado e bois, nos seus aprontes, Haverá peste em toda esfera.” (estrofe 2) No dia marcado a peste veio, E morreu o gado do Egito. Mas de Israel, com grande anseio, Nem um animal foi maldito. Faraó mandou averiguar, E viu que era real distinção. Mas mesmo ao testemunhar, Endureceu seu coração. (estrofe 3) Depois, tomou-se cinza em mão, E diante de Faraó foi lançada. Feridas cobriram toda a nação, Búzios, úlceras, pele inflamada. Nem os magos resistiram mais, Pois estavam cheios de dor. Mas o coração do rei, sem paz, Não se dobrou ao clamor. (refrão) Mesmo com praga e ferida, o orgulho se mantinha. Mas o Senhor dava saída, a cada alma que O seguia. (estrofe 4) Então o Senhor falou: “Levanta-te cedo, avisa ao rei. Se não libertares, verás o sol trazer saraiva que nunca olhei. Manda que recolham seu gado, protejam tudo nos campos.” Mas muitos zombaram do recado, como se fossem vãos encantos. (estrofe 5) O céu rugiu, a chuva caiu, com fogo, trovões e clarão. Tudo o que era vivo, partiu, não restou fruto nem grão. Mas na terra de Israel não caiu nem gota do mal. Deus protege o fiel, até mesmo no temporal. (refrão) Mesmo com praga e ferida, o orgulho se mantinha. Mas o Senhor dava saída, a cada alma que O seguia. (estrofe 6) Faraó disse: “Pequei, eu sei, O Senhor é justo, e eu, perverso.” Mas ao passar o que doeu, voltou ao coração adverso. Moisés estendeu sua mão, e os céus tornaram-se calmos. Mas o rei, sem compaixão, não libertou nem os salmos. (refrão) Mesmo com praga e ferida, o orgulho se mantinha. Mas o Senhor dava saída, a cada alma que O seguia. (refrão final) Só é Palavra divina o que com Jesus se alinha. A verdade que ilumina é amor que não se extinga.