NOITES DE CHUVA E TRAVÕES (Verse 1) A chuva cai forte no vidro da cabine, Relâmpagos rasgam a noite sem fim. Os limpa-para-brisas marcam o compasso, Enquanto o camião segue passo a passo. Luzes vermelhas brilham à distância, Travões a cantar na longa distância. O vento empurra, a estrada desafia, Mas um camionista nunca desvia. (Pré-Refrão) E quando o céu parece desabar, Há sempre uma razão para continuar. Mais um quilómetro, mais uma missão, A força da estrada bate no coração. (Refrão) Noites de chuva e travões a chiar, Milhares de quilómetros para conquistar. Sob tempestades ou escuridão, Seguimos firmes sem baixar a mão. Portuguese Truckers Dark Riders, Irmãos da estrada até ao amanhecer. Quando o mundo procura abrigo, Nós continuamos sem nunca ceder. (Verse 2) O café aquece as mãos cansadas, Enquanto passam as horas fechadas. No espelho ficam as luzes para trás, Mas a vontade de chegar fala mais. Cada curva guarda uma história, Cada viagem constrói memória. E mesmo quando tudo parece pior, A irmandade torna-nos mais fortes que a dor. (Ponte) Há quem veja apenas chuva a cair, Nós vemos mais uma razão para seguir. Porque a estrada corre no nosso sangue, E nenhum temporal consegue parar quem a ame. (Refrão Final) Noites de chuva e travões a cantar, Motores ligados sem nunca parar. Portuguese Truckers Dark Riders, Filhos da rota, prontos para lutar. Quando nascer o sol no horizonte, Mais uma batalha ficará para trás. E a estrada dirá mais uma vez: "Bom trabalho, irmão... és capaz." (Outro) Chuva no vidro... Motor a rugir... E mais uma noite... Para recordar e seguir.