Intro: No ventre da desigualdade, a fome cresce Um clamor ecoa pelas ruas, a justiça que se desfaz Olhares famintos de esperança, corações em chamas Na busca por um futuro livre, sem amarras e dramas Verso 1: Nas vielas escuras, onde o crime impera A miséria se alimenta, a fome desespera Crianças sem teto, famílias desamparadas Sonhos esmagados, vidas ceifadas Refrão: Fome de justiça, um grito que não se cala Um levante contra a opressão, uma chama que não se apaga Nas periferias esquecidas, a voz do povo se ergue Exigindo direitos, buscando o que lhes pertence Verso 2: Nos tribunais cegos, a justiça se vende A lei se dobra aos poderosos, o inocente se ofende Corrupção e ganância corroem as instituições Enquanto o povo sofre, sem nenhuma solução Refrão: Fome de justiça, um grito que não se cala Um levante contra a opressão, uma chama que não se apaga Nas periferias esquecidas, a voz do povo se ergue Exigindo direitos, buscando o que lhes pertence Ponte: Mas a esperança ainda existe, a luta não vai parar A cada passo, a cada verso, vamos juntos transformar Realidade em utopia, fome em fartura Justiça para todos, essa é nossa cura Refrão: Fome de justiça, um grito que não se cala Um levante contra a opressão, uma chama que não se apaga Nas periferias esquecidas, a voz do povo se ergue Exigindo direitos, buscando o que lhes pertence Verso: Com a força da união, vamos quebrar as correntes Construir um mundo novo, onde a justiça impera e a fome se afasta Nossa fome de justiça será saciada Com igualdade e liberdade, a vida transformada Refrão: Fome de justiça, um grito que não se cala Um levante contra a opressão, uma chama que não se apaga Nas periferias esquecidas, a voz do povo se ergue Exigindo direitos, buscando o que lhes pertence