
Nas manchetes que o dia consome Onde o lucro não diz o seu nome Vimos castelos erguidos no chão Com o barro sujo da corrupção Onde o imposto vira privilégio E o futuro se torna um naufrágio Promessas guardadas em gavetas de ouro Enquanto o povo chora o seu tesouro. A tela brilha, o dedo dispara A mentira que o ódio prepara Fake news em corrente, vendendo ilusão Pra manter o domínio sobre a nação É o jogo das sombras, o mestre do engano Que molda o destino do cidadão comum Mas a verdade é um rio que corre por baixo E o despertar não aceita mais baixo. Brasil, abre os olhos pro que ficou pra trás Onde o discurso bonito não traz a paz Cansei do vermelho que prometeu o pão Mas entregou crise e desilusão A mudança não mora no mesmo lugar É hora de novos ventos soprar. A história ensinou, o preço foi alto O populismo deu um passo no asfalto Mas a conta chegou no prato vazio No estado inchado e no sonho arredio Liberdade se ganha com pé no chão Sem depender da mão da gestão Que dita a regra, que trava o avanço Onde a ideologia vira descanso. Não é só um voto, é um manifesto Por um país mais ético e honesto Sem o peso do rastro que o passado deixou A direita desperta o que o tempo guardou: Trabalho, valor e a vida em primeiro O orgulho de ser, enfim, brasileiro. Brasil, abre os olhos pro que ficou pra trás Onde o discurso bonito não traz a paz Cansei do vermelho que prometeu o pão Mas entregou crise e desilusão A mudança não mora no mesmo lugar É hora de novos ventos soprar.

