
(estrofe 1) Agora zombam de mim os que são mais jovens, Cujos pais eu julgava indignos entre os rebanhos; Não os colocaria nem entre meus cães pastores, Pois eram fracos e inúteis como velhos trabalhadores. Sua força era pouca, sua vida, sem vigor, Expulsos da terra, castigados pela fome e pela dor; Recolhiam ervas entre os arbustos do chão, E tinham como alimento a raiz de uma planta agreste então. (estrofe 2) Eram expulsos do meio dos homens, sem consideração, Gritavam atrás deles como ladrões em perseguição; Habitavam em lugares secos, entre pedras e espinhos, Dormiam nas cavernas, escondidos pelos caminhos. Agora me têm por motivo de riso e zombaria, Sou para eles uma palavra de escárnio todo dia; Abominam-me, afastam-se e não poupam seu desdém, E diante de mim cospem, sem respeitar ninguém. (estrofe 3) Porque Deus soltou minha corda e me humilhou, Eles se levantam contra mim, pois minha honra acabou; À minha direita se levantam, para me derrubar, E contra meus pés armam laços para me fazer tombar. Destroem meu caminho, procuram minha ruína, Avançam contra mim como força que não termina; Como por uma brecha larga eles chegam sem temor, E entre as ruínas avançam, aumentando minha dor. (refrão) Quem ontem tinha honra hoje enfrenta humilhação, E Jó pergunta a Deus pela razão de tanta aflição; Jesus se aproximou de quem sofria e era desprezado, E jamais tratou o humilhado como alguém descartado. O sofrimento não transforma o sofredor em culpado, Nem o desprezo dos homens torna alguém condenado; A dignidade humana não depende de posição, E a compaixão deve vencer toda humilhação. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu. (estrofe 4) Meu íntimo se desfaz, os dias de aflição me alcançam, A noite pesa sobre mim, e minhas vestes me apertam; Ele me lançou na lama, e tornei-me como pó e cinza, Clamo, mas não me responde; permaneço sem saída. Transformou-se em perseguidor minha própria dor, Sua mão pesada me oprime com grande rigor; Levanta-me e me lança ao vento, fazendo-me voar, E desfaz minha esperança, deixando-me sem lugar. (estrofe 5) Se clamo por ajuda, não há resposta ao meu clamor, Quando me volto, vejo somente silêncio e dor; Tornou-se cruel comigo, com força de sua mão, E me arrasta pelo vento, como se eu fosse palha no chão. Sei que me conduzes à morte, à casa destinada ao vivente, À morada preparada para toda criatura existente; Minha harpa se transformou em lamento e gemido, E minha flauta agora acompanha o choro sofrido. (refrão) Jó sente que sua oração encontra apenas solidão, E descreve como perseguição aquilo que vive na aflição; Jesus ensinou a procurar, bater e continuar a pedir, Mas também chorou diante da dor que viu surgir. A linguagem de Jó revela sua experiência dolorosa, Não precisa transformar sua percepção em verdade absoluta; Onde houver desespero, Jesus aponta para compaixão, E não para vingança, abandono ou condenação. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu.

