[prompt: A teenage female voice expressing intense emotions, Country Rock with folk elements. Violin, harmonica, guitar.] [Verso 1] Na beira do palco, o sol se deitava, e o povo esperava o som da sua voz. De chapéu gasto e olhar que brilhava, o Tio Edgar fazia o mundo parar pra nós. [Pré-refrão] Mas o tempo é um rodeio que gira sem fim, e às vezes o destino nos leva pra longe de mim. [Refrão] Tio Edgar, volta a narrar o trovão, a poeira sente falta da sua emoção. O microfone ainda te chama no ar, a rádio é tua alma querendo voltar. [Verso 2] Hoje o ferro canta no ritmo certo, martelo e solda, outro som no deserto. Mas quem já domou mil multidões, não perde a batida, só muda as canções. [Pré-refrão] A voz que fazia o sertão estremecer, é a mesma que o vento insiste em trazer. [Refrão] Tio Edgar, volta a narrar o trovão, a poeira sente falta da sua emoção. O microfone ainda te chama no ar, a rádio é tua alma querendo voltar. [Ponte – emocional, crescente] Tem gado na arena, tem gente a vibrar, mas falta a sua risada pra tudo brilhar. O country chora, o rock te chama, volta, Tio Edgar, reacende essa chama! [Refrão final – mais intenso] Tio Edgar, volta a narrar o trovão, a Verde Amazônia espera tua paixão. A voz do Brasil, ecoando no tempo, é tua sina, é teu juramento. E se o destino for mesmo de ferro e chão, ainda assim tua voz é pura emoção. Tio Edgar… o rodeio te chama de irmão.