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MILAGRES COMO PROVA OBRIGATÓRIA DE FÉ 1

(estofe 1) Na fé que floresce sem prova visível, Jesus ensinou ser caminho sensível, Bem-aventurado é quem crê sem sinal, Pois a confiança dispensa o ritual. (estrofe 2) Teólogos pedem prodígios do céu, Como se o divino fosse um véu, Mas a verdade que o Mestre mostrou, É vida simples, amor que salvou. (estrofe 3) A fé não é moeda de troca vazia, Nem contrato firmado com garantia, Ela se firma no amor e na entrega, No coração limpo que nunca renega. (refrão) Não são os milagres que dão direção, Mas o amor sincero em nossa oração. Crer sem ver é o chamado de Jesus, A fé verdadeira é quem nos conduz. (estrofe 4) Um cego curado, um mar que se abre, São sinais da esperança que cabe, Mas não são condição para acreditar, É a vida do Mestre que deve falar. (estrofe 5) Quem exige o prodígio pra confiar, Não percebe o que Deus quer ensinar, Pois fé não se prova com gesto ou visão, Mas com humildade e transformação. (refrão) Não são os milagres que dão direção, Mas o amor sincero em nossa oração. Crer sem ver é o chamado de Jesus, A fé verdadeira é quem nos conduz. (estrofe 6) Os sinais serviram como confirmação, Mas não sustentam a fé do coração, O essencial é a cruz e o perdão, Fonte de vida, eterna lição. (estrofe 7) Assim seguimos pela fé sem exigir, Milagre algum para nos conduzir, Pois crer no invisível é ser abraçado, Por Cristo presente, vivo ao nosso lado. (refrão) Não são os milagres que dão direção, Mas o amor sincero em nossa oração. Crer sem ver é o chamado de Jesus, A fé verdadeira é quem nos conduz.