​(Intro - Alap: Sitar solo, lento, drone de Tambura) ​(Verse 1) ​A cidade pulsa, um tambor de aço sob o sol quente. Quatro por quatro, mas a alma busca o off-beat persistente. Olho a rua, vejo o ciclo, um Tala que nunca para. É a batida do trem, a busca pelo Sa que nos ampara. O Ska chama na porta, a vibração no ar, Mas o Sitar cochicha que há mais notas para encontrar. ​(Chorus) ​Rodando em Bilaval, a escala que nos guia, É o Ska-Beat do coração, pura harmonia! Skank no teclado, o baixo segue a trilha, Enquanto o Raga voa, de Mumbai até a Jamaica, trilha. Deixe o ritmo te levar, esqueça a confusão, Nessa dança modal, achamos a união. ​(Verse 2) ​O Sitar chora notas que o ouvido nunca ouviu, Microtons de saudade, o lamento que subiu. Mas o Saxofone responde, com um grito de liberdade, Misturando o lamento antigo com a nova electricidade. Não é só a melodia, é a intenção da nota, Cada svara no tempo, abrindo a rota. Um ciclo sem fim, no compasso que se inverte, Enquanto a baseline caminha, o corpo se reverte. ​(Chorus) ​Rodando em Bilaval, a escala que nos guia, É o Ska-Beat do coração, pura harmonia! Skank no teclado, o baixo segue a trilha, Enquanto o Raga voa, de Mumbai até a Jamaica, trilha. Deixe o ritmo te levar, esqueça a confusão, Nessa dança modal, achamos a união. ​(Bridge - Improvisação) ​(Solo de Sitar e Saxofone em diálogo frenético sobre a base Ska. O Tabla entra com Taans complexos) Acelera o tempo, o Tala se fecha e se abre. A busca pela nota, o sol que não se encobre. (Fim do solo, a banda volta forte para o refrão) ​(Outro) ​Rodando em Bilaval... Raga... Ska... A batida que fica...