
[Intro] [Electronic pulses and grand orchestral swell] [Verse 1] [Female Solo, Powerful and Clear] Entre matéria e energia Consiste toda e qualquer liturgia De um ponto incandescente Surge uma luz da Criação Contrariando um universo estático Ou um universo em contração [Verse 2] De conceito deveras pragmático Em mero princípio da razão De uma relatividade reticente Na dúvida entre tempo e dimensão De uma paralaxe eloquente Entendo um universo em expansão [Chorus] [Epic Orchestral Climax, Belting Vocals] Em insofismável aceleração! De um Einstein sintático e absoluto Restou uma interrogação Sem qualquer princípio resoluto Acrescentou constante a uma equação [Bridge] [Atmosphere shifts: Intimate and Ethereal] Do outro lado do nada Ouço a Voz de Deus e escuto Uma alma humilde deificada No escuro de plena vastidão [Verse 3] [Driving rhythm, Synth-rock energy] Partículas que se expandem Em metódica ordenação No sopro inaudível da ausência Discursos que nunca se entendem Mundos que não se compreendem O fruto de toda consequência [Guitar Solo] [Spacey and melodic] [Verse 4] Pois não há causa nessa transparência Hubble tracejou a nossa essência Estou aqui e não sei aonde estou Mas porque então você perguntou? [Climax] [Grand Dramatic Finale, High soaring notes] Do outro lado dessa parede Alguém pode estar deitado em sua rede E se isso for um holograma? E se ninguém estiver deitado nessa cama? [Outro] [Music dissolves into digital static] Qual o significado dessa matrix? Alguém sabe? Alguém me diz? [One final deep piano chord] [End]

