(estrofe 1) A sombra da árvore se estende no chão, um refúgio sereno, um abraço de mão, sussurra histórias antigas ao vento, oferecendo ao corpo e à alma alento. (estrofe 2) Folhas dançam com passos leves no ar, o sol filtra luz, começa a brincar, o tronco firme guarda segredos e paz, e quem se deita ali não quer mais voltar. (estrofe 3) O descanso se encontra sem pedir favor, na sombra que cobre sem qualquer rumor, um convite mudo à quietude e ao olhar, um gesto silencioso de se doar. (refrão) Sombra que acolhe, sombra que guia, refresca o corpo, acalma o dia, quem busca repouso encontra ali o presente simples que a vida diz sim. (estrofe 4) O vento brinca entre galhos e folhas, cria melodias, sons de escolhas, cada sombra é mapa, abrigo e canção, um lugar sagrado no coração. (estrofe 5) Nenhum pedido, nenhuma exigência, apenas oferecer sua existência, e quem se senta sob o verde manto descobre que há descanso sem quebranto. (refrão) Sombra que acolhe, sombra que guia, refresca o corpo, acalma o dia, quem busca repouso encontra ali o presente simples que a vida diz sim. (estrofe 6) O tempo desacelera, o mundo silencia, cada sombra ensina uma poesia, o tronco firme é mestre e guardião, ensinando calma sem imposição. (estrofe 7) Assim a árvore permanece sem falar, apenas oferecendo seu dom de cuidar, quem repousa ali sente a verdade, que a sombra acolhe sem vaidade. (refrão) Sombra que acolhe, sombra que guia, refresca o corpo, acalma o dia, quem busca repouso encontra ali o presente simples que a vida diz sim.