No silêncio profundo, escuto, Vozes do infinito me chamam. Entre batidas e ecos, Minha alma dança com as estrelas. Caminho entre sombras e luzes, Um sussurro distante me conduz. Fragmentos de memórias, Flutuam como folhas em um rio sem fim. O tempo é um círculo que se dobra, Entre o ontem e o que está por vir. Cada nota, uma pulsação, Vibra dentro de mim, no coração. Vozes do infinito, um coro no ar, Cantam segredos que nos fazem sonhar. Entre o etéreo e o real, vou existir, No cosmos vasto, me deixo diluir. (bis) Batidas suaves me puxam de volta, Para a cidade, sua poesia oculta. Mas mesmo aqui, ouço as estrelas, A mesma canção, eterna e bela. (bis) Ondas invisíveis, ritmos do além, Me mostram caminhos que eu não vi também. No diálogo entre o céu e o chão, Encontro o meu lugar na imensidão. (bis) Vozes do infinito, um coro no ar, Cantam segredos que nos fazem sonhar. Entre o etéreo e o real, vou existir, No cosmos vasto, me deixo diluir. Somos poeira, somos luz, Somos ecos que o universo traduz. Cada alma, uma nota no todo, Vibramos juntos, sem fim, nem rótulo. Vozes do infinito, um coro no ar, Cantam segredos que nos fazem sonhar. Entre o etéreo e o real, vou existir, No cosmos vasto, me deixo diluir. No eterno ciclo das emoções, Deixo minha marca, E escuto, As vozes do infinito. ( )