
[Intro – leve, curioso] Eu nem vivi isso… mas por que que eu tô com saudade? Domingo tranquilo, achei que ia ser normal tio zé falou: "Vem gente" eu pensei: "Ok! Casual" Mas quando eu vi, já tinha carro até na esquina, Parecia que chamou foi a cidade inteira, menina. Mesa grande, comida que não tinha fim, Gente chegando e já falando perto de mim, Cada um com um causo, rindo sem parar, E eu ali no canto… só tentando acompanhar. Mas teve uma hora que o clima virou Alguém falou “cê acredita?” — e geral concordou, E eu pensei “lá vem história de pescador”, Mas o que veio depois… me arrepiou, [Pre-Chorus – leve tensão divertida] Eles contavam sério, com brilho no olhar, E eu sem saber se ria… ou se começava a rezar. [Chorus – Sertanejo chiclete, divertido] Tem lobisomem, tem saci, tem cuca malvada, Tem bruxa em vassoura voando na madrugada, E eu ouvindo tudo sem nem respirar, Com medo de dormir… e esse trem me pegar. Tem história que assusta, mas dá vontade de ouvir, Um medo gostoso difícil de explicar aqui, Eu nem vivi isso, mas senti no coração, Uma saudade estranha… sem explicação. [Verse 2 – Rap leve, mais imersivo] Um falou da estrada que ninguém atravessa, Outro da sombra que aparece e nunca conversa, Teve até um caso de luz no mato acesa, E um vulto passando perto da cerca da fazenda. E o mais estranho não era o que diziam, Era o jeito sério com que eles sentiam, Não tinha dúvida, nem exagero na voz, Era tipo verdade vivendo dentro de nós. Eu que cresci com barulho e iluminação, Nunca tive espaço pra esse tipo de sensação, Mas ali na varanda, ouvindo cada história, Parecia que eu tava dentro da memória. [Pre-Chorus – leve subida] E sem perceber… já tava envolvida também, Defendendo história que nem era minha, amém. [Chorus – Sertanejo chiclete] Tem lobisomem, tem saci, tem cuca malvada, Tem bruxa em vassoura voando na madrugada, E eu ouvindo tudo sem nem respirar, Com medo de dormir… e esse trem me pegar. Tem história que assusta, mas dá vontade de ouvir, Um medo gostoso difícil de explicar aqui, Eu nem vivi isso, mas senti no coração, Uma saudade estranha… sem explicação. [Bridge – mais emocional/reflexivo] Talvez não seja sobre acreditar ou não, É sobre sentir parte de uma tradição, De histórias passadas de geração em geração, Que vivem no medo… mas também no coração. [Final – leve, com sorriso] Eu nem vivi isso… Mas agora… parece que vivi. E se me perguntarem amanhã… Eu conto também.

