Estrofe 1 Teu sorriso, mulher, é farol de esperança, Reflete o alvorecer na alma que cansa. Mesmo quando o céu parece sem cor, Tua luz revela um eterno esplendor. Estrofe 2 Dos campos floridos ao ventre da terra, Teu riso é a semente que a vida encerra. De menina a anciã, és força e doçura, És a alvorada que dissipa a amargura. Estrofe 3 O orvalho da manhã beija tua face, Natureza em festa quando tua graça passe. Tua fala serena, teu olhar encantado, Curam mil guerras com um gesto delicado. Refrão Bendito és, ó Deus, por tanta beleza, Na mulher puseste o dom da leveza. És sábio ao criar tal brilho e calor, Feita de sabedoria, ternura e amor. Estrofe 4 Quando o mundo é rude e o dia castiga, Teu abraço acolhe, alivia e abriga. És templo sagrado de abrigo e ternura, Porta do céu que desfaz a amargura. Estrofe 5 No colo da mãe, o mundo repousa, Na alma da avó, a ternura pousa. Na criança que dança, há tua centelha, Na mulher que ensina, há tua centelha. Estrofe 6 Se um dia a dor for a única estrada, Teu olhar é a chama da jornada. Renasce a esperança na tua presença, Revela-se Deus na tua essência. Refrão Bendito és, ó Deus, por tanta beleza, Na mulher puseste o dom da leveza. És sábio ao criar tal brilho e calor, Feita de sabedoria, ternura e amor. Estrofe 7 Em cada gesto há um toque divino, Em cada mulher, um traço do destino. És flor e estrela, és chão e céu, Perfume do eterno num corpo fiel. Estrofe 8 Teu sorriso clareia as manhãs sombrias, Restaura em mim as mais belas alegrias. És reflexo da luz que acalma a dor, És a presença do mais puro amor. Ponte A ti, que és tantas e uma só em mim, Gratidão sem fim pelo amor sem fim. Mulheres que moldaram meu coração, Sou quem sou por vossa inspiração. Refrão Bendito és, ó Deus, por tanta beleza, Na mulher puseste o dom da leveza. És sábio ao criar tal brilho e calor, Feita de sabedoria, ternura e amor. Refrão Final Teu jugo é suave, leve é tua mão, Não como o Deus temido da antiga visão. Em Cristo, aprendemos o amor que liberta, Na mulher, tua graça se mostra aberta.