
(estrofe 1) Um jardim de beleza incontida, mas marcado por rígida fronteira, uma árvore posta, proibida, com ameaça de morte certeira. ... (estrofe 2) No Deus de Jesus não cabe terror, não há castigo como sentença, há guia terno, paciente amor, há liberdade que gera consciência. ... (estrofe 3) Se no Éden a proibição foi temor, em Cristo é convite, é amizade, Deus não governa por pavor, mas educa com graça e bondade. ... (refrão) Não é ameaça nem punição, é amor que guia, que dá direção, Jesus revela o Pai compassivo, cujo ensino é sempre vivo. ... (estrofe 4) No rigor antigo vi apenas lei, um Deus distante, severo e frio, mas no Filho aprendi quem amei, um Pai que acolhe e rompe o vazio. ... (estrofe 5) O fruto proibido trouxe medo, e a serpente acendeu desconfiança, mas Cristo mostrou um novo enredo, onde a verdade é pura esperança. ... (estrofe 6) No Éden ecoava dura sentença, no Calvário brilhou reconciliação, da proibição brotava desavença, mas em Jesus nasceu libertação. ... (refrão) Não é ameaça nem punição, é amor que guia, que dá direção, Jesus revela o Pai compassivo, cujo ensino é sempre vivo. ... (estrofe 7) Não há prazer em prender caminhos, nem em vigiar com dura cobrança, mas em partilhar amor e carinhos, em construir vida com confiança. ... (estrofe 8) No evangelho há banquete aberto, todos convidados sem restrição, um Pai que faz do amor seu decreto, um Reino de graça e comunhão. ... (ponte) Perdão, Senhor, por tantas correntes, por impor medo em teu santo nome, ensinei juízos duros e cruéis, quando tu és ternura que consome. ... (refrão) Não é ameaça nem punição, é amor que guia, que dá direção, Jesus revela o Pai compassivo, cujo ensino é sempre vivo. ... (refrão final) Teu amor me cobre em minha falha, mesmo iludido por vozes severas, tu me acolheste sem muralha, teu perdão refaz minhas eras.

