
đąđ A Ăltima Freira de VendĂ©ia đđâ€ïž
/*******************/ /* SOBRE: Na terra condenada da VendĂ©ia, onde legiĂ”es de mortos-vivos se erguem e os Ășltimos defensores da fĂ© caem, uma freira solitĂĄria lidera uma resistĂȘncia desesperada enquanto os sinos lamentam seu Ășltimo suspiro. */ /*****************/ [Verso 1] As estrelas caem sobre os pinhos vĂŁos, Cinzas dançam nos corais em chamas, A coroa jaz no chĂŁo, sem mĂŁos, E votos mortos cercam almas. [Verso 2] Ela caminha sob a chuva em vĂ©u, Uma lĂĄgrima de prata ao cĂ©u, Seu rosĂĄrio sangra e o som que vem, Ă uma prece que nĂŁo tem fim. [RefrĂŁo] âš Os sinos choram no sopro da dor, Os montes vertem o orvalho e o horror, Os rios calaram seus cantos de fĂ©, As matas gelaram, fugindo de pĂ©, Quando caiu... a Ășltima freira de VendĂ©ia... Quando caiu... a Ășltima freira de VendĂ©ia... [Verso 3] Os traidores dormem na nĂ©voa carmim, Os mortos marcham sem ter um fim, Mas em seus olhos brilhou manhĂŁ, Um sonho frĂĄgil de paz e afĂŁ. [Ponte] Ă VendĂ©ia, berço de flor, Tua beleza esvai-se sem cor, Mas mesmo em cinza, ela renasceu, Rosa eterna que o tempo esqueceu... [RefrĂŁo â repetir e crescer] Os sinos choram no sopro da dor, Os montes vertem o orvalho e o horror, Os rios calaram seus cantos de fĂ©, As matas gelaram, fugindo de pĂ©, Quando caiu... a Ășltima freira de VendĂ©ia... Quando caiu... a Ășltima freira de VendĂ©ia... [Final â eco suave] E embora a treva apague o altar, O amor ainda paira no ar... VendĂ©ia dorme â mas ela estĂĄ lĂĄ. đč

