
(estrofe) O amor é luz na noite mais fria, é chama que insiste quando a fé esfria, olha o amanhã com olhos do bem, e crê no que ainda ninguém tem. ... (estrofe) Quando a vida pesa e o tempo é dor, o amor é o sopro que traz o calor, é semente viva no chão da espera, é fé que brota, firme, sincera. ... (estrofe) É ponte erguida sobre o desespero, é sonho antigo, puro e inteiro, é mão que sustenta, mesmo cansada, a alma caída, mas não derrotada. ... (refrão) Amor é esperança, firme e possível, mesmo onde tudo parece impossível; é o olhar que insiste, a fé que não cansa, é vida que nasce da confiança. ... (estrofe) Nos vales sombrios, ele é clarão, na seca da alma, é irrigação, faz florir de novo o campo ferido, e pinta de novo o céu esquecido. ... (estrofe) Não vê o fim como última cena, mas como início de nova vereda, o amor que espera não teme a demora, sabe que o bem sempre aflora. ... (estrofe) É verbo futuro em voz presente, é passo firme do coração crente, que sem ver o porto, continua a remar, sabendo que o vento vai ajudar. ... (estrofe) E quando o mundo desaba ao redor, o amor ergue o fraco e o torna maior, faz do pranto um rio que segue o mar, onde a fé volta a navegar. ... (ponte) Mas falho em manter a fé acesa, cedo ao medo, à incerteza, duvido do amor que tudo sustém, e me perco do que me faz bem. ... (refrão) Amor é esperança, firme e possível, mesmo onde tudo parece impossível; é o olhar que insiste, a fé que não cansa, é vida que nasce da confiança. ... (refrão final) Jesus, na cruz, foi esperança encarnada, na dor viu glória, na morte, alvorada, Deus me ensina a ver como Ele viu: que o amor espera — e nunca fugiu.

