
(Estrofe 1) O Pastor caminha à frente, Sem muralhas nem portões, Chama o nome de cada crente Com ternura e boas ações. (Estrofe 2) Não exige perfeição, Nem diploma de santidade; Seu amor é inclusão, É descanso na verdade. (Estrofe 3) Entre ovelhas espalhadas, Ele estende a Sua voz, Curando almas cansadas Que o sistema deixou sós. (Refrão 1) Que eu revele, em minha estrada, Esse jugo tão gentil, Que minha vida, iluminada, Seja alívio e não fuzil. (Estrofe 4) A porta está sempre aberta, Não há senha ou condição, Só o coração que aperta Querendo ter direção. (Estrofe 5) Religiões erguem barreiras, Mas Jesus desce ao chão, Abraçando as fronteiras Com justiça e compaixão. (Estrofe 6) Ele guia sem forçar, Pelo afeto e pelo olhar, Dando espaço pra mudar, Sem julgar ou condenar. (Refrão 2) Que eu revele, em minha estrada, Esse jugo tão gentil, Que minha vida, iluminada, Seja alívio e não fuzil. (Estrofe 7) Nada exige sacrifício Pra tocar Seu coração; Ele é ponte, não suplício, É perdão, não punição. (Estrofe 8) Foi por nós que Ele morreu, Não pra nos fazer temer, Mas pra mostrar que o céu É pra todos que quiser. (Ponte) Abre, Pai, os meus caminhos Pra espalhar Tua verdade, Com ações e com carinhos Que reflitam Tua bondade. (Refrão 3) Que eu revele, em minha estrada, Esse jugo tão gentil, Que minha vida, iluminada, Seja alívio e não fuzil. (Refrão Final) Te bendigo, ó Deus querido, Por um jugo tão sereno, Bem diverso do temido De um Sinai frio e pequeno. Glória por ser diferente do Jeová O que Moisés e os profetas entenderam Que obrigava todo mundo a lhe adorár E, por isto, muitos pereceram

