
(estrofe 1) O Senhor falou a Moisés: “Mais uma praga enviarei. Depois disso, Faraó de vez vos deixará; vos libertarei. Diz ao povo que peça ouro e prata, aos vizinhos do Egito inteiro, Pois Eu darei graça exata e Moisés será grande mensageiro.” (estrofe 2) Disse Moisés: “Assim diz o Senhor: À meia-noite passarei, todo primogênito morrerá com dor, desde o trono até quem serve o rei. Das servas, até os animais, ninguém será poupado da dor. Um clamor se ouvirá nos quintais, como nunca se ouviu antes, Senhor.” (estrofe 3) “Mas entre os filhos de Israel, nem um cão se atreverá a ladrar. Sabereis que é Meu, o papel, de separar quem veio pra amar. Então teus servos me buscarão, dizendo: Vai-te com tua nação!” E Moisés saiu com indignação, da presença do rei e sua prisão. (refrão) Deus libertaria o Seu povo, com juízo sobre o opressor. Mesmo o lamento mais novo não deteria Seu amor. (estrofe 4) O Senhor então confirmou: “Moisés, Faraó não te ouvirá. Meus sinais Eu multiplicarei, para que todos saibam quem Eu sou já.” Moisés e Arão obedeceram, fizeram o que o Senhor mandou. Mas os egípcios não entenderam o que a justiça anunciou. (estrofe 5) O coração de Faraó se endureceu, não quis ouvir nem se curvar. A mão de Deus ali se moveu, para o povo enfim libertar. Mesmo com tantos sinais, o rei manteve sua arrogância. Mas Deus agia por detrás, preparando a esperança. (refrão) Deus libertaria o Seu povo, com juízo sobre o opressor. Mesmo o lamento mais novo não deteria Seu amor. (estrofe 6) Foi a última palavra do céu, antes da noite escura vir. Deus é justo, é fiel, e não deixaria o povo ruir. A promessa se cumpriria, e os escravos marchariam. A liberdade surgiria mesmo entre os que não criam. (refrão) Deus libertaria o Seu povo, com juízo sobre o opressor. Mesmo o lamento mais novo não deteria Seu amor. (refrão final) Só é Palavra do Altíssimo o que se alinha a Jesus. Toda revelação legítima brilha no amor que conduz.

