
(estrofe 1) A fé que prega amor e compaixão, nas mãos de homens virou decreto cruel, excomungam, lançam maldição, como se o próximo fosse papel. (estrofe 2) Jesus pediu para amar até inimigo, não impor dor ou condenação, mas teólogos, em dogma antigo, distribuem juízo sem coração. (estrofe 3) O Espírito clama por liberdade, mas a regra humana quer punir, transformam a graça em autoridade, fazendo o amor se consumir. (refrão) Amar é a lei que Cristo nos deu, não há maldição que a substitua no céu. A fé verdadeira é leve e clara, não impõe medo, não se separa. (estrofe 4) Discípulos sofrem por crença sincera, a dúvida vira alvo de opressão, a justiça humana, tão severa, afasta a alma da compreensão. (estrofe 5) O Evangelho é luz para o caminho, não instrumento de condenação, o perdão é mais forte que o espinho, mais que leis, mais que imposição. (refrão) Amar é a lei que Cristo nos deu, não há maldição que a substitua no céu. A fé verdadeira é leve e clara, não impõe medo, não se separa. (estrofe 6) Não se mede fé por rituais frios, nem se julga alma por dissidência, Jesus ensinou a abraçar os vazios, com amor puro, sem resistência. (estrofe 7) Que o coração seja templo aberto, onde a graça cobre qualquer chão, não há anátema, não há deserto, para quem ama em comunhão. (refrão) Amar é a lei que Cristo nos deu, não há maldição que a substitua no céu. A fé verdadeira é leve e clara, não impõe medo, não se separa.

