
Imagine um presidente Contrário a qualquer verdade, Fala de tudo, só mente E o faz com autoridade, Tornando lei, a maldade De uma forma até pungente, Opressora, simplesmente Escraviza a liberdade Com tanta facilidade, Que até dá medo na gente! Imagine um presidente Que foi preso e inocentado, Embora nunca inocente, Se diz nunca ser culpado! Hoje vive ferozmente Com discurso displicente, Sem foco, desorientado, Tentando dar seu recado De bonzinho, mas só mente! Imagine esse Brasil Suportar a paz, o amor Desse presidente vil Que vive pelo rancor Em um mundo de outra cor, Onde a paz, é inoperante, Ele foi preso em flagrante, Alega inocência e a dor É da mentira o senhor... É um presidente farsante! A mentira para o Lula Que ele exerce fielmente, Faz parte de sua gula Em mentir tão ferozmente! Até mente que é inocente, Também mente por maldade Alega: é tudo verdade Basta ter a narrativa Em conjunto, impositiva E comemora a vaidade! A mentira é simplesmente Para o Lula um mecanismo, De atingir completamente O seu despudor cinismo Ao fomentar altruísmo Em cada mentira dita Para ampliar a desdita Na covardia da fala O molusco não se abala... Como a serpente maldita! Fez o Brasil de refém Mentindo pra todo lado, Alegando ser do bem, É um ator dissimulado, Assusta o próprio aliado, Sem saber o que pensar, Ou que o Lula vai falar, Ao desenhar a mentira Com seu ego cheio de ira; Não consegue se calar. Mentiroso, vingativo Faz tremer uma nação Que tem o chão produtivo E divide a produção Para todo o povo irmão, Que necessita alimento Para alinhar o sustento A quem vive do trabalho E não se faz de espantalho Da mentira de um jumento! Quem dera fosse mentira Cada verso que se abraça A enfrentar uma traíra Que mente e faz ameaça Utilizando a trapaça, De uma corja de serpente Que também, com ele mente Já tentando escravizar, Um Brasil que vai parar, Ou matar seu povo crente! Imagine um presidente Que fez com outro à aliança, Para informar quando mente... Que sua mentira alcança, Gente honesta e até criança Também paga o seu desvelo, Como a queda do cabelo Que não tem mais a raiz, Igual ao parceiro juiz, Vai minando o nosso apelo! Imagine que a verdade Perca a voz e a esperança E até já deixa saudade De entender como a balança Desse governo, só dança E o congresso nacional, Ajoelhado, passa mal, Desnutrido de valores A lambança muda as cores Nesse governo sem sal. Imagine quanta luta Nosso Brasil já venceu, E hoje de uma forma astuta Um verme, se convenceu, Que o Brasil deve ser seu, Implantando o comunismo E o faz com tanto cinismo, Que é motivo de chacota Ao falar tanta lorota, Com desprezivo ufanismo! O Brasil, tem sua luz Vai derrubar o Golias, Que faz imposto e produz Insegurança e agonias, Minando soberanias Desse povo que já chora Ajoelha e se apavora Sem poder nada dizer, Se o fizer, vão lhe prender, O sistema a monitora. Se perdermos nossa voz Não há mais o que fazer, Seremos flechas do algoz, Que vai ferir e prender Ou quem sabe até vencer, A todos, ou maioria, Que perde a soberania Em seu Brasil majestoso, Se o molusco asqueroso Que tem megalomania!

