[Verso 1 ] Eu costumava me afogar em álcool todas as noites, Buscando a euforia, esquecer o que era certo. Veias furadas pra tentar matar a dor, Mas a agulha nunca me amou, só trouxe mais vergonha. [Verso 2] Estou quebrado como as garrafas que bebi, Implorando por paz naquela igreja dos abandonados. Tento ser gentil num mundo fodido, Com as mãos limpas e o passado sujo. Minhas cicatrizes ainda sangram abertas. [Refrão] Quanto mais eu nado pra chegar à superfície, Mais fundo eu pareço me encontrar. Estou cansado dessa raiva, cansado do ódio. Luto pra sobreviver, porque dane-se: Pelo menos ainda estou vivo. 🎙️ Verso 3 (A Batalha Mental) Esses demônios ainda rastejam pela minha cabeça perturbada, Sussurrando: "Por que não se junta aos mortos?" Então encaro esses demônios e respondo: "Not today, Satan. Not today." [Refrão ] Quanto mais eu nado pra chegar à superfície, Mais fundo eu pareço me encontrar. Estou cansado dessa raiva, cansado do ódio. Luto pra sobreviver, porque dane-se: Pelo menos ainda estou vivo. [Ponte ] Estou tentando aprender a me amar antes que seja tarde demais. E talvez eu nunca mais seja inteiro. Mas eu morrerei tentando ser melhor do que fui. [Outro] Pelo menos ainda estou vivo. Sim, luto pra sobreviver. Ainda estou vivo.



