
(verso 1) Faz de conta que morri até mesmo que existi. Que m'importa? Já não resta nada em mim, Resisti até ao fim, isolado. Vou sentar-me aqui a aguardar que o pôr do sol se transforme em luar. (refrão) O meu reflexo estampado sobre o sol mergulha no mar. Arde submerso todo o mal que me consome hei-de novo acordar. (Verso 2) Deito-me na tua voz e ofereço-te o controle de todos meus sentidos. Levas-me além do Céu, onde mora o meu “EU” longe dos demais perigos. Somos tão reais quanto os imortais que ousaram em ficar. (refrão) O meu reflexo estampado sobre o sol mergulha no mar. Arde submerso todo o mal que me consome hei-de novo acordar.

