
📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️ Conheça L.O.K.I. — A Voz Poética do Trap Conceitual. L.O.K.I. transforma o trap em literatura. Suas letras são crônicas da alma moderna, explorando a complexidade das emoções humanas com uma honestidade brutal e uma caneta afiada. Das sombras da história aos dilemas da humanidade, suas músicas são um convite à reflexão. Se você busca um som que desafia a mente e toca a alma, encontrou seu artista. Olhe sua playlist e ouça as historias que precisam ser contadas: https://suno.com/playlist/00501996-cd7d-45fa-89c2-a2ce15a76397 📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️📜🖋️🎙️ [INTRO — RÁDIO ASSOMBRADO] [Sanfona desafinada, risadas e chiado de rádio] Bossune: Nome artístico? Mateus Raffiel: Palhaço Sinistro. Bossune: Seguidores? Mateus Raffiel: Três. Bossune: Três milhões? Mateus Raffiel: Não, chefe... minha mãe, meu primo e um fake meu. [Risada distorcida] Ladies and gentlemen! Bem-vindos ao circo onde todo mundo quer brilhar, mas tem palhaço que nasceu só pra carregar o cenário! HAHAHAHA! [VERSO 1 — O NOVATO] Tô começando agora, minha estreia é paranormal, Pintei a cara de branco, meu futuro tá no hospital. Lancei meu primeiro som, um projeto colossal, Sete views no meu canal, três fui eu no meu perfil principal! Putz, que fase, meu mano, que derrota humilhante, Meu clipe tem mais defeito que meu terno remendado. Tenho um lore cabuloso, um passado perturbado, Mas o algoritmo me trata igual anúncio ignorado! TP-zit-ZIPA, meu beat tá sinistro, Meu personagem é psicopata, meu alcance é fictício. Quero ser o pesadelo que assombra teu edifício, Mas nem minha própria sombra compartilha meu serviço! Enquanto eu tô no backstage treinando gargalhada, Os veteranos tão na capa, fazendo a festa lotada. Fofão virou memória, Pennywise é referência, Terrifier toma a tela, eu nem tenho permanência! Bozo tem sua história, Patati e Patatá têm público, Eu tô há três semanas e já tô ficando maluco! Não quero roubar o trono, nem cancelar ninguém, Só queria que meu nome aparecesse em algum trem! [PRÉ-REFRÃO] Mateus Raffiel: Chefe, quando eu vou estrear? Bossune: Quando o público pedir! Mateus Raffiel: Mas como vão me conhecer se não me deixam subir? Bossune: Próximo da fila! Pensamento: (Ah, vai se ferrar, véi!) [REFRÃO — CIRCO DOS DESGRAÇADOS] É o circo dos desgraçados, HA-HA-HA! Todo mundo quer ser visto, ninguém quer te enxergar! TP-zit-ZIPA, deixa o grave trabalhar! O palhaço quer demissão, mas ninguém para pra escutar! É o circo dos desgraçados, ZIPA-ZÁ! Tem monstro no cartaz e eu nem pude estrear! HA-HA-HA, que piada genial! Sou o terror do camarim, figurante oficial! [VERSO 2 — A INDÚSTRIA DO PESADELO] Meu empresário prometeu que eu ia estourar, Disse: “Posta todo dia que o sucesso vai chegar!” Postei tanto, meu parceiro, que comecei a suspeitar: O aplicativo me contratou só pra me explorar! Fiz quarenta páginas contando a minha origem, Uma máscara amaldiçoada, uma história de outro nível. Mas o público quer o clássico, quer o susto previsível, Meu roteiro é uma obra-prima que ninguém acha visível! *[Ad-libs: “Cadê? Cadê? Sumiu!”]* Os veteranos têm documentário, edit, fã-clube e podcast, Eu tenho um comentário: “Mano, teu personagem é trash.” O cara nem viu meu vídeo, mas já deu seu diagnóstico, Meu fracasso tem alcance, meu talento é hipotético! Pennywise dá risada, Art the Clown faz sua cena, Eu ensaio no espelho, interpretando minha pena. Meu pesadelo é tão moderno que assusta a plataforma: Se eu não pago pela entrega, minha estreia não se transforma! Não é inveja, porra, eu sei respeitar a caminhada, Mas meu sonho tá virando uma piada patrocinada. Todo mundo ama o circo, ama a palhaçada, Mas ninguém vê quem tá pintando a própria cara de madrugada! [PONTE — O PEDIDO DE DEMISSÃO] *[Beat corta. Sanfona triste.]* Mateus Raffiel: Chefe? Bossune: Fala: , garoto. Mateus Raffiel: Eu quero pedir demissão. Bossune: Demissão? Você nem começou! Mateus Raffiel: EXATAMENTE, CARALHO! Eu decorei minhas falas, ensaiei minhas entradas, Fiz amizade com os monstros, dormi pelas escadas. Queria ser uma lenda, não uma piada esquecida, Queria uma chance no palco antes de abandonar minha vida artística! *[Voz do diretor]* Bossune: Próximo! Temos outro palhaço famoso chegando! Mateus Raffiel: Ah, não, mano... DE NOVO NÃO! [VERSO 3 — O ÚLTIMO NÚMERO] Minha maquiagem escorre, minha placa tá quebrada, Minha carreira é um trailer de uma série cancelada. Meu sorriso é de aluguel, minha esperança tá fiada, E a minha maior conquista foi uma estreia adiada! Sou o fantasma do backstage, o terror do camarim, Só viro protagonista quando o show chega ao fim. Quando a plateia vai embora e apagam o letreiro, Eu sou rei por cinco minutos, sozinho no banheiro! HAHA! Que vida desgraçada! Não quero milhões de fãs, nem mansão, nem carrão, Quero alguém que ouça meu som e reconheça minha criação. Mas o sistema vende números, o mercado vende ilusão, E o palhaço vira produto antes de encontrar sua expressão! Então pega esse contrato, enfia no teu chapéu! Meu sonho não é brinquedo, minha arte não é troféu! Se ninguém me dá espaço, eu construo o meu papel! Vou sair desse maldito circo e mandar lembranças pro céu! [REFRÃO FINAL] É o circo dos desgraçados, HA-HA-HA! Todo mundo quer ser visto, ninguém quer te enxergar! TP-zit-ZIPA, deixa o grave trabalhar! O palhaço quer demissão, mas ninguém para pra escutar! É o circo dos desgraçados, ZIPA-ZÁ! Tem monstro no cartaz e eu nem pude estrear! HA-HA-HA, que piada genial! Sou o terror do camarim, figurante oficial! [OUTRO — A ÚLTIMA GARGALHADA] *[Chiado de rádio. Passos se afastando.]* Bossune: Ei, novato! Pra onde você vai? Mateus Raffiel: Abrir meu próprio circo, chefe. Bossune: E se ninguém aparecer? Mateus Raffiel: Pelo menos ninguém vai cortar minha cena!

