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Imagina e alcança

V5.5

Recém chegado, acabado de chegar chegou o novo tempo, é tempo de o pintar ainda doridos, corpo a latejar limpar as feridas abertas, das setas certas, certeiras lágrimas de tanto amar doridas viagens, vividas visitas a passados passados e paisagens revistas acertos confundidos por erros cometidos secretas histórias, memórias mantidas já não há cá o medo de errar já não se afasta o que se tenta alcançar agora é como em criança imagina e alcança sem impossíveis a atrapalhar já nao há cá o medo de errar dissolvidas estão as barreiras Desfeitas foram as fronteiras imaginar como se brinca ao lembrar solta agora o balão da Mão aperta o botão, apaga a ilusão liberta a imaginação, das lembranças abrir mão medo, apego, que aperto aperta a garganta e o coração já não se afasta o que se tenta alcançar agora é como em criança imagina e alcança sem impossíveis a atrapalhar já nao há cá o medo de errar dissolvidas estão as barreiras Desfeitas foram as fronteiras imaginar como se brinca ao lembrar capazes e dispostos, a estar capazes de ser capazes de ser capazes apenas por só ser possível o já impossível dispostos a tudo, mas dispostos a nada a não ser tudo, menos nada disso mas sim, formar nuvens com o olhar ver o brilho do amor a voar memórias e bagagens a castigar leves, dissolvidas, neblina no ar já não se afasta o que se tenta alcançar agora é como em criança imagina e alcança sem impossíveis a atrapalhar já nao há cá o medo de errar dissolvidas estão as barreiras Desfeitas foram as fronteiras imaginar como se brinca ao lembrar sem verdade nem história sólida e sólidos materiais feitos de ar é a vez da própria história, da memória honrar a coragem de a saber largar fica escrita esta canção descrita por um que nem nele acredita, quanto mais mesmo parecendo louco, confia talvez demais naquele algo, que persistia, insistia tanto batia, que bateu, que bate, até que fura, luz, fogo e chama que perdura já não se afasta o que se tenta alcançar agora é como em criança imagina e alcança sem impossíveis a atrapalhar já nao há cá o medo de errar dissolvidas estão as barreiras Desfeitas foram as fronteiras imaginar como se brinca ao lembrar