Às vezes, estar fora é livramento.
Não entender é bênção,
ficar parado é diversão,
subir a montanha, exaustão. Às vezes, não partir é trevo da sorte.
Não precisa contestação 
nem todo vai e vem
é movimento e ação. Às vezes, o não dito é mais expressivo.
Não há dúvida na interpretação:
fica clara toda manifestação,
sentida por dentro, com emoção. Às vezes , só às vezes 
não é exatidão;
sim, parece perdão.
Em silêncio, faço a minha oração.