
Às vezes, estar fora é livramento. Não entender é bênção, ficar parado é diversão, subir a montanha, exaustão. Às vezes, não partir é trevo da sorte. Não precisa contestação nem todo vai e vem é movimento e ação. Às vezes, o não dito é mais expressivo. Não há dúvida na interpretação: fica clara toda manifestação, sentida por dentro, com emoção. Às vezes , só às vezes não é exatidão; sim, parece perdão. Em silêncio, faço a minha oração.

