
(estrofe 1) Jeoacaz reinou e fez o que era mau, seguindo Jeroboão em erro habitual, e o Senhor os entregou ao poder rival, da Síria forte em domínio brutal. Mas ele clamou em dor e aflição, e Deus ouviu sua súplica em oração, levantando um libertador à nação, trazendo alívio à opressão. (estrofe 2) Mas não se afastaram do antigo pecado, o bezerro de ouro ainda era honrado, o povo insistia no caminho errado, mesmo sendo por Deus sustentado. Restaram poucos cavaleiros na guerra, e o exército quase sumiu da terra, a Síria esmagava como quem encerra, um povo que à verdade se emperra. (estrofe 3) Jeoás reinou após seu pai partir, também fez o mal sem se corrigir, os caminhos antigos decidiu seguir, sem o coração ao Senhor dirigir. Eliseu, doente, já perto do fim, recebe o rei com olhar sem fim, “Meu pai, meu pai”, disse ele assim, “carros de Israel estão em mim”. (REFRÃO) Deus vê o clamor mesmo em erro insistente, Jesus chamaria ao amor plenamente, não à repetição de um culto inconsequente, mas a um coração novo e consciente. Entre juízo e graça o texto caminha, Jesus revelaria a face mais terninha, Deus é amor que restaura e alinha, não força que destrói ou aniquila a vinha. (REFRÃO ESPECIAL) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus, Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz. Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém, Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também. Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.” (estrofe 4) O profeta manda o arco tomar, e flechas ao oriente disparar, “flecha da vitória”, veio declarar, sobre a Síria a se quebrar. Mas ao ferir o chão com a mão, o rei parou sem convicção, três vezes só fez a ação, perdendo plena libertação. (estrofe 5) Eliseu morreu e foi sepultado, mas um morto ali foi lançado, tocou seus ossos e foi levantado, pela vida de Deus restaurado. E o Senhor teve misericórdia enfim, por Abraão, Isaque e Jacó assim, três vezes Jeoás venceu no fim, recuperando o que era ruim. (REFRÃO) Entre erros humanos e graça insistente, Jesus aponta o amor como norte evidente, não violência ou domínio imponente, mas vida que vence até sobre a morte presente. A flecha maior é o amor que restaura, não guerra que fere nem força que instaura, em Cristo a verdade jamais se apavora, é vida que brota e nunca se evapora. (REFRÃO FINAL – ESPECIAL) “Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. O que for de orgulho e vaidade, é religiosidade sem Jesus, Tudo contrário a Seus ensinos, não nos serve como luz. Todo mundo é amado de Deus, Ele não castiga ninguém, Cada cultura O entende diferente, como entre nós acontece também. Para a Bíblia e pra tudo no mundo, Jesus é o melhor que Deus nos deu, Pra sabermos o que seja Sua Palavra, e os acréscimos de quem O descreveu.”

