
Primeira Carta: Quanto Te Vi
[Intro – violão dedilhado + sons de floresta + flauta suave ao fundo] O vento passou por mim primeiro antes mesmo de você chegar Trouxe um cheiro de começo que eu não soube explicar [Verso 1] Entre folhas e silêncio algo em mim te reconheceu Como se em outra vida eu já tivesse sido teu Seus passos tão leves na terra me ensinaram a escutar Cada gesto teu dizia o que não quis falar [Pré-Refrão – flauta cresce, leve percussão orgânica] E eu, que nem te conhecia já te escrevia em mim Como quem guarda um segredo que ainda não tem fim [Refrão – melodia emocional, instrumental abre mais] Foi só te ver pra tudo em mim mudar de direção Como se o mundo abrisse espaço dentro do meu coração E sem dizer você virou minha tradução De algo que eu sentia… mas não tinha nome, não [Pós-Refrão – flauta marcante + vocal suave] Hmm… como o vento que não se vê mas faz tudo florescer [Verso 2 – mais íntimo, violão + ambiência] Eu não sei de onde veio esse querer sem razão Mas tem algo no teu silêncio que conversa com o meu não E se for só imaginação por que parece tão real? Como um sonho que me chama pra um lugar essencial [Ponte – instrumental mais etéreo, quase sussurrado] Talvez seja cedo demais pra entender o que senti Mas tem algo nos teus olhos que me trouxe até aqui [Refrão Final – mais intenso, harmonia cresce] Foi só te ver pra tudo em mim mudar de direção Como se o tempo parasse só pra ouvir meu coração E sem dizer você virou minha tradução De algo que eu sentia… antes mesmo de existir em mim [Outro – violão desacelerando + sons de floresta voltando] Eu escrevi seu nome na primeira carta que guardei E mesmo sem resposta… eu sei… eu sei… eu sei…

