[Start] [Intro] Com tanta lógica da batata A malta fica Tata Bitata [Verse] Passarinho madrugador É que come a minhoca Já minhoca madrugadora Pimba, bate logo a bota [Verse 1] O primeiro milho é dos pardais Ouviu falar a linda espiga Apertou o grão e disse não sais Aguenta, exclamou decidida Ficas aqui, longe desse anormal Nem que venhas a virar pipoca Que se foda o raio do pardal O seu ninho, mais a sua tropa [Chorus] É tudo lógica da batata O que arde sempre cura E o que cura não mata (mata, mata) [Syncopated bass] [Verse 2] Bebe água, que os cães bebem E olha que correm p'ra caralho Ou chama um caraças dum táxi Que não dá assim tanto trabalho A não ser que gostes de correr De pêlo ao vento, como um cão Então sim, bebe água sem conter E deixa o vinho na minha mão [Chorus] É tudo lógica da batata O que arde sempre cura E o que cura não mata (mata, mata) [Verse 3] Deitar cedo e cedo erguer Dá saúde e faz crescer Calos nas mãos, há que dizer E olheiras, não esquecer Mas saúde só mesmo ao patrão O trabalhador que se vá foder Tão doente e sem um tostão Que já não se consegue erguer [Chorus] É tudo lógica da batata O que arde sempre cura E o que cura não mata (mata, mata) [Instrumental Solo] [Outro] Passarinho madrugador É que come a minhoca Já minhoca madrugadora Pimba, bate logo a bota [End]