[VERSE 1] Elvira amava aquele estudante, tão terna, orgulhosa e jovem; seu coração se abria à alegria, como rosas ao sol da manhã. Sua alma virgem, encantada, sonhava inocência e luz; via o mundo puro e verdadeiro, e vestia tudo de beleza. [CHORUS] Diga que é verdade, e eu vou crer, diga que o seu respirar é meu. Não há um canto do meu coração sem você, Félix, amor divino. [VERSE 2] Em Félix guardava suas esperanças, a felicidade, a própria vida; seus olhos eram estrelas de ouro que afastavam toda noite escura. Quando os lábios dele beijavam os seus, quando ela se perdia em sua voz, adorava-o como se fosse um deus, e só escolhia aquele amor. [CHORUS] Diga que é verdade, e eu vou crer, diga que o seu respirar é meu. Não há um canto do meu coração sem você, Félix, amor divino. [FINAL VERSE] Doces carícias, braços ternos, um instante de alegria, um beijo de amor; sonhava eternas aquelas horas fugazes, para sempre em sua felicidade perfeita. Pobre Elvira, perdida de amor, acreditava num céu sem fim; apertava um instante contra o peito, julgando a eternidade sua amiga. [OUTRO — SOLO GUITAR AND VIOLIN] [END]