
(estrofe) Chamaram praga de lição divina Sangue e luto como pedagogia Mas amor não fere nem elimina Não ensina a vida pela agonia (estrofe) O texto narra um tempo endurecido Onde poder vestia nome sagrado Projetaram no Céu o som do grito De um mundo violento e armado (estrofe) Moscas, trevas, dor sobre dor Foram lidas como gesto do Senhor Mas Jesus jamais ensinou pelo terror Nem revelou um Pai destruidor (refrão) Deus não mata para convencer Não educa pela destruição Em Jesus aprendemos a crer Num Pai que cura o coração (estrofe) Quem vê Deus punindo aprende a temer Quem vê Jesus aprende a amar Um governa pelo fazer sofrer O outro chama para libertar (estrofe) As pragas dizem mais do autor Que do Deus que diziam narrar Cristo desfaz esse clamor Mostrando o Pai a restaurar (estrofe) Onde a morte era voz de comando Jesus semeia vida em abundância Enquanto uns viam Deus castigando Ele tocava a dor com ternura e constância (refrão) Deus não mata para convencer Não educa pela destruição Em Jesus aprendemos a crer Num Pai que cura o coração (estrofe) Hoje leio Êxodo com outros olhos Sem precisar temer o Céu A morte não vem dos joelhos Do Deus que em Cristo apareceu (ponte) Lamento as vezes que não me amei Buscando valor fora de mim Troquei meu ser pelo que alcancei E me perdi antes do fim (refrão) Deus não mata para convencer Não educa pela destruição Em Jesus aprendemos a crer Num Pai que cura o coração (ponte) Defendi um Deus que feria povos Para sustentar doutrina e poder Hoje confesso: errei de novo Confundi violência com saber (refrão) Deus não mata para convencer Não educa pela destruição Em Jesus aprendemos a crer Num Pai que cura o coração (refrão final) Hoje descanso em Jesus, enfim Deus é amor, e não poderia ser Jamais, por motivo algum, diferente de si Deus conosco, vivendo para acolher

