Sinais piscando entre sombras e luz, HistĂłrias escritas no que ninguĂ©m traduz. O metrĂŽ desliza como quem nĂŁo quer ficar, E os ecos da cidade começam a falar. Gente apressada, olhares no chĂŁo, Cada um carrega sua solidĂŁo. Nos becos e esquinas, hĂĄ versos no ar, Fragmentos de vidas que querem contar. Ecos da cidade, vozes no silĂȘncio, Poesia que nasce do cotidiano intenso. Entre o barulho, ouço o que ninguĂ©m diz, Na solidĂŁo urbana, busco um lugar feliz. (bis 2) Luzes de neon refletem no asfalto molhado, Cada reflexo guarda um passado. Grafites em muros contam revoluçÔes, Sonhos perdidos em multidĂ”es. (bis 2) HĂĄ melodia no vento que corta o viaduto, No toque do sapato que encontra o bruto. O relĂłgio marca o tempo que escapa, Enquanto a cidade, sem parar, me abraça. (bis 1) (bis 2) (bis 3) Ecos da cidade, vozes no silĂȘncio, Poesia que nasce do cotidiano intenso. Entre o barulho, ouço o que ninguĂ©m diz, Na solidĂŁo urbana, busco um lugar feliz. ( 1 ) ( 2 ) ( 3 ) Quando a noite chega, a cidade respira, Os ecos acalmam, mas a alma ainda aspira. Entre o concreto, procuro poesia, Na solidĂŁo dos prĂ©dios, encontro companhia. Ecos da cidade, vozes no silĂȘncio, Poesia que nasce do cotidiano intenso. Entre o barulho, ouço o que ninguĂ©m diz, Na solidĂŁo urbana, busco um lugar feliz. "Ecos... que nunca se perdem."


