
(estrofe 1) Jó respondeu ao Senhor, com humilde compreensão: “Reconheço que podes tudo, nada escapa à Tua mão. Teus propósitos permanecem, não se podem impedir, Eu falei do que não sabia, sem poder compreender. Quem sou eu para explicar o que não pude alcançar? Vi mistérios tão profundos, que não posso decifrar. Antes, ouvia falar de Ti, por relatos que escutei, Mas agora, diante de Ti, novos horizontes contemplei.” (estrofe 2) “Eu falei sem ter ciência, quis respostas encontrar, Sobre coisas tão profundas, que não pude desvendar. Por isso, recolho as palavras que pronunciei sem saber, Pois há muito além dos olhos que não consigo compreender. Ouvi falar de Tua grandeza, de Teu poder e majestade, E agora revejo a vida com mais humildade. Reconheço minhas limitações, meu saber é passageiro, Sou pequeno diante dos mistérios deste mundo tão inteiro.” (estrofe 3) O Senhor então falou aos amigos de Jó, Pois não falaram corretamente, e sua culpa não era só. Elifaz e seus companheiros ouviram a repreensão, Por dizerem de Deus coisas sem justa compreensão. “Tomai sete novilhos e também sete carneiros, Ide a Jó, meu servo, com vossos sacrifícios inteiros. Ele por vós fará oração, e eu o acolherei, Pois não vos tratarei conforme a insensatez que encontrei.” (refrão) Deus não confirma os julgamentos que condenam sem saber, Nem aceita a falsa certeza que faz o sofredor sofrer. Jesus acolhe quem lamenta, quem pergunta e sente dor, E ensina que a misericórdia vale mais que o acusador. Jó ora pelos seus amigos, sem vingança ou retaliação, E a reconciliação floresce onde havia acusação. Mas nem toda dor termina em riqueza ou bem-estar, A esperança não é promessa de tudo se recuperar. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu. (estrofe 4) Jó orou por seus amigos, e o Senhor o escutou, E a sorte antes perdida, novamente transformou. Seus parentes e conhecidos vieram para o visitar, Comeram juntos à sua mesa, quiseram o consolar. Cada qual trouxe um presente, cada qual uma lembrança, E em torno dele renasceram sinais de nova esperança. O Senhor lhe deu novamente bens, rebanhos e abundância, Mas não apagou por decreto sua dor nem sua distância. (estrofe 5) Vieram quatorze mil ovelhas, seis mil camelos a contar, Mil juntas de bois e mil jumentas para os campos trabalhar. Teve sete filhos e três filhas, nova família a florescer, Jemima, Quézia e Quéren-Hapuque, nomes que o texto faz saber. Não havia em toda a terra mulheres de beleza igual, E o pai lhes deu herança, junto aos irmãos, por igual. Jó viveu cento e quarenta anos, viu gerações se formar, E morreu velho e satisfeito, após a vida completar. (refrão) Deus não confirma os julgamentos que condenam sem saber, Nem aceita a falsa certeza que faz o sofredor sofrer. Jesus acolhe quem lamenta, quem pergunta e sente dor, E ensina que a misericórdia vale mais que o acusador. Jó ora pelos seus amigos, sem vingança ou retaliação, E a reconciliação floresce onde havia acusação. Mas nem toda dor termina em riqueza ou bem-estar, A esperança não é promessa de tudo se recuperar. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que for de maltratar o próximo, não é de Deus Revelação. Se abençoar um só povo, não é do amor universal de Jesus, Tudo diferente ao ensino dEle, nunca nos serve como luz. O mundo todo é amado de Deus, Ele não ignora ninguém, Cada credo O entende diferente, como entre nós ocorre também. Sobre Bíblia e tudo no mundo, Ele é o melhor que Deus nos deu, Diferindo Sua Palavra, dos acréscimos do que dEle se entendeu.

