
(estrofe 1) Se um homem der carta à mulher por algo indecoroso, E ela partir de sua casa com um passo receoso, E se casar com outro, e o segundo também a deixar, O primeiro não pode tê-la de volta em seu lar. Pois seria abominação, profanação à terra santa, Que o Senhor entrega ao povo, enquanto a vida canta. Assim segue a lei sobre divórcio e ligação, Guardando a pureza do pacto e da união. (estrofe 2) Se um homem se casar, descanso ele terá, Um ano sem guerras, para a esposa alegrar. Não tomarás moinho, nem mó como penhor, Pois tirarias o sustento, a vida e o labor. Quem sequestrar um irmão será morto sem perdão, Pois tirou liberdade, rasgou o coração. Guarda as palavras em caso de praga e previsão, Como Miriam sofreu, em dura correção. (estrofe 3) Quando fores penhorar, não entrarás na casa do irmão, Esperarás do lado de fora, em respeito e educação. Se ele for pobre, devolve o penhor antes do sol cair, Para que durma em paz, e possa te bendizer ao sorrir. Não oprimirás o trabalhador, estrangeiro ou patrício, Pois clama a Deus, que vê todo injusto artifício. O salário do dia pagarás antes do anoitecer, Pois a vida do pobre não pode sofrer. (refrão) Justiça na casa, justiça no campo e no pão, A lei chama ao cuidado, à partilha e à proteção. Cada gesto molda o povo em santa comunhão, Pois Deus vê o fraco, o pobre e o irmão. (refrão especial) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o guia que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu. (estrofe 4) Os pais não morrerão pelos filhos, nem filhos por seus pais, Cada qual pelo seu erro responderá, nada mais. Não torcerás o direito da viúva ou do estrangeiro, Pois foste servo no Egito, e sabes do cativeiro. Ao ceifar o campo, e esquecer feixes no chão, Não voltarás atrás, são do pobre e do irmão. A oliveira não baterás mais de uma vez, Nem a vinha colherás após sua primeira vez. (estrofe 5) Para o estrangeiro, o órfão, a viúva será, O resto da colheita que o campo guardar. Assim recordarás que escravo um dia foste também, E o Senhor te libertou com poder e com bem. Por isso ordena o cuidado que a lei vem ensinar, Para que a terra seja justa em cada lugar. Vive a colheita em partilha, justiça e compaixão, E lembra que Deus te chama a amar o irmão. (refrão) Justiça na casa, justiça no campo e no pão, A lei chama ao cuidado, à partilha e à proteção. Cada gesto molda o povo em santa comunhão, Pois Deus vê o fraco, o pobre e o irmão. (refrão especial — final do poema) Tudo isto está na Bíblia, mas preste muita atenção: O que não for amor ao próximo, não é de Deus Revelação. O que não for coerente com a vida e ensinos de Jesus, É acréscimo de quem escreveu, não nos serve como luz. Deus é todo amor, nada exige, nem maltrata ninguém, Moisés e outros não entenderam, como nós falhamos também. Na Bíblia ou fora dela, só Jesus é o guia que Deus nos deu, De saber o que é Palavra, e o acréscimo de quem escreveu.

