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Amor canibal - Ana Corujo

V3.5

(Verso 1) Fomos faíscas daquele esbarrão no parque, Nossas peles têm mais que melanina e suor. Quando olhei pra você, sabia que era meu, Não um namorado, mas descartavelmente meu. (Refrão) Um amor canibalista qualquer Um amor canibalista qualquer (Verso 2) Mas a temperatura caiu e você apareceu com um cobertor para me esquentar, Abriu o vinho e me devorou. Ali descobri que nosso amor era canibal (Verso 3) Arrancou minha roupa, me beijou com sede. Meu corpo arrepiou. Você me da choque, me exala, me arrepia na espinha. Perguntou o que gosto, sem vergonha na cara, e eu respondi sem vergonha. O nosso amor era canibal. (Refrão) Um amor canibalista qualquer Um amor canibalista qualquer