
(Verso 1) Escrevi teu nome em mil poesias Sem saber que era amor o que eu sentia Crescemos cercados por leis e tronos Mas éramos só dois corações em outonos (Pré-refrão) E se o destino já sabia o fim? E se sempre foi você pra mim? (Refrão) Eu te olhei mil vezes sem enxergar Mas sempre foste meu lar E agora que o tempo revelou Que sempre foi amor... (Verso 2) Lembra das noites no grande salão? Brincávamos livres, sem obrigação E se toda a guerra, toda a dor Fosse só medo de chamar de amor? (Pré-refrão) E se o destino já sabia o fim? E se sempre foi você pra mim? (Refrão) Eu te olhei mil vezes sem enxergar Mas sempre foste meu lar E agora que o tempo revelou Que sempre foi amor... (Ponte – emocionante, quase sussurrado no início e crescendo para o clímax) E se nunca fomos prisioneiros? E se o juramento era verdadeiro? Se nossos corações se pertenciam Antes mesmo de saberem bater... (Último Refrão – grandioso, apaixonado) Eu te olhei mil vezes sem enxergar Mas sempre foste meu lar E agora que o tempo revelou Que sempre foi amor... (Final – suave, como um suspiro) Sempre foi você... Sempre fui eu.

